Os piores e melhores filmes de super-heróis de 2016!

Com a aproximação dos últimos dias do ano, é já tradição refletir sobre o ano que passou. 2016 foi um ano onde muitas vezes a realidade superou a ficção mas os super-heróis continuam a surpreender pelos melhores (ou piores) motivos.

Confira a nossa lista dos filmes de super-heróis de 2016, começando dos piores para os melhores!

6. Esquadrão Suicida

Esquadrão Suicida

Ai, Esquadrão Suicida, todos nós queríamos gostar de você. Tanta promoção, tanta expectativa, tanta conversa sobre as loucuras de Jared Leto durante as filmagens… e no fim, foi isso? Desde o fraco roteiro a uma vilã com espasmos de dança do ventre, nem Arlequina podia salvar o filme.

Entre o Coringa irreconhecível de Leto e o humor falhado do filme, só temos a agradecer pelas interpretações talentosas de Viola Davis (Amanda Waller) e Margot Robbie (Arlequina). O resto é mesmo melhor esquecer!

5. Batman VS Superman: A Origem da Justiça

Batman VS Superman

Como é possível um filme que junta os maiores super-heróis dos quadrinhos ser tão ruim? E não estamos nem falando da cena “Martha!” que tantos criticaram.

O potencial para um grande filme estava lá mas foi completamente desperdiçado com a marcha lenta que levaria a uma luta épica. O grande clímax não foi o prometido duelo entre Batman e Superman mas sim a aparição gloriosa da Mulher-Maravilha.

Obrigada Diana Prince por salvar Batman VS Superman. Esperamos o seu filme solo em 2017!

4. X-Men: Apocalipse

X-Men: Apocalipse

A nova incursão dos mutantes no cinema tinha levado os X-Men a ganharem a notoriedade perdida com O Confronto Final de 2006. Mas, infelizmente, X-Men: Apocalipse não foi a despedida com chave de ouro que os fãs esperavam.

O vilão interpretado por Oscar Isaac não correspondeu às expectativas com seu Apocalipse a falhar em inspirar terror. Vários novos mutantes como Noturno ou Jubileu não tiveram espaço para se mostrar, com o filme apresentando eles para logo de seguida os esquecer.

Nota positiva para os suspeitos do costume: Magneto (Michael Fassbender) e Charles Xavier (James McAvoy) que demonstram respeito e compreensão pelos seus personagens. Sophie Turner como Jean Grey foi uma ótima surpresa, mostrando que o seu talento não se cinge a Westeros.

3. Capitão América: Guerra Civil

Capitão América: Guerra Civil

O grande evento da Marvel para 2016 foi um filme sólido e divertido que desuniu vários Vingadores. Guerra Civil levou os heróis a enfrentarem as consequências das suas ações e a questionarem o seu papel na sociedade.

A fórmula da Marvel continua forte, com um elenco de topo e uma história interessante sem esquecer a ação e o humor. A aparição de Homem-Aranha foi a cereja do bolo, levando os fãs a suspirar por um mundo sem as guerras entre quem detém os direitos de certos personagens.

2. Doutor Estranho

Doutor Estranho

O lado mágico da Marvel conheceu as luzes do cinema com Doutor Estranho. A aposta da Marvel valeu a pena, maravilhando o público e a crítica com novos mundos fantásticos só possíveis graças ao Mago Supremo e a sua busca mística.

Benedict Cumberbatch entra no universo dos super-heróis pela porta grande com sua atuação fabulosa de Stephen Strange. O filme funciona de forma perfeita como filme solo ou como parte integrante do universo cinematográfico Marvel, atestando assim a consistência do roteiro.

São estas apostas diferenciadas que levam o gênero dos filmes de super-heróis a novos patamares e experiências para o público.

1. Deadpool

Deadpool

2016 marca o início da época de filmes de super-heróis antes e depois de Deadpool. Nunca um filme foi tão fiel ao super-herói retratado, sendo impressionante o quanto eles acertaram na difícil tradução dos quadrinhos para o cinema.

Wade Wilson é interpretado por Ryan Reynolds, seu fã número 1 e a pessoa que lutou 11 anos para tornar o filme realidade. O esforço foi completamente recompensado tanto pela adoração total do filme junto da crítica e nas bilheterias.

Deadpool abriu caminho para a classificação R se tornar mainstream, algo que ainda vamos descobrir se vai ou não ser benéfico para a indústria. Mas em esse filme o espírito das piadas grosseiras é completamente justificado, sendo profundamente divertido e não conhecendo rival para o seu humor insolente.