Uma super-heroína com poderes incríveis e um símbolo do feminismo no mundo dos quadrinhos. Essa é a Carol Danvers que adoramos e que você tem que conhecer!

A origem dos seus poderes

Capitã Marvel

Carol nasceu humana mas se tornou uma híbrida Kree quando foi atingida por uma explosão de uma nave alienígena. Na nave se encontrava o guerreiro Mar-Vell, que se tornaria o primeiro Capitão Marvel.

No momento da explosão, Carol viu sua fisiologia mudar por causa da exposição à radição e seu DNA se tornou um híbrio humano-Kree. Graças a este acidente, Danvers ganhou superpoderes.

Os superpoderes da Capitã Marvel

Capitã Marvel

Uma super-heroína com vastos poderes, a Capitã Marvel possui:

  • Superforça
  • Super resistência
  • Resistência à maioria das toxinas e venenos
  • Indestrutibilidade
  • Excelência no combate corpo-a-corpo
  • Voo (ultrapassa a velocidade do som)
  • Habilidade psíquicas
  • Absorção e manipulação de energia
  • Explosões fotônicas

Quando Danvers adotou o codinome Binária, seus poderes eram ainda mais impressionantes. A super-heroína conseguia sobreviver no espaço e alcançar o poder de um buraco branco, uma fonte de poder cósmico. A identidade Binária deu origem a uma Carol Danvers extraordinariamente mais poderosa, expandindo os seus superpoderes.

Em condições extremas, já foi provado que a Capitã Marvel consegue alcançar seus poderes cósmicos de Binária.

O currículo de Carol Danvers

Capitã Marvel

Carol se alistou no exército aos 18 anos para poder pagar a universidade, e foi subindo na carreira até chegar ao título de Major. Danvers trabalhou também na CIA e na NASA, em prol da defesa e segurança nacional.

Seu talento como jornalista também merece destaque. Carol foi editora na revista feminina do mesmo grupo editorial do Daily Bugle (o jornal do nosso querido Peter Parker).

As discussões de Carol com seu chefe, J. Jonah Jameson, eram realmente épicas devido aos pontos de vista totalmente diferentes. Danvers promoveu uma mudança de direção na revista rumo ao feminismo, com foco na carreira das mulheres.

Uma super-heroína, muitas identidades

Capitã Marvel

Você provavelmente sabe que Carol Danvers foi conhecida durante décadas como Ms. Marvel, mas sua história de codinomes é bem mais extensa.

Sua introdução nos quadrinhos se deu como Major Carol Danvers da Força Aérea dos Estados Unidos da América. Depois surgiu sua identidade de super-heroína que todo o mundo conhece: Ms. Marvel.

Ao fim de vários anos, o rumo da personagem a levou a adotar o codinome Binária, quando ela se transformou em uma entidade intergalática. Quando Carol perdeu as suas capacidades cósmicas, ela decidiu usar o nome de Warbird.

Eventualmente, Carol retornou ao seu nome mais famoso como Ms. Marvel até ter finalmente decidido usar o nome do seu mentor, mudando-o para a forma feminina: Capitã Marvel.

Trabalho em equipe é com ela

A-Force

Para alguém ferozmente independente, Carol Danvers é uma pessoa que já integrou vários grupos. A Capitã Marvel foi membro dos Vingadores e dos Novos Vingadores, e líder dos Poderosos Vingadores.

Sua colaboração se estendeu igualmente aos Defensores, X-Men e aos Guardiões da Galáxia. Em seus tempos como Binária, ela se juntou aos Piratas Siderais.

Novamente como Capitã Marvel, faz parte dos Supremos e da A-Force.

O feminismo é uma grande componente da personagem

Ms. Marvel

Carol Danvers foi introduzida nos quadrinhos em 1968 por Roy Thomas e Gene Colan, mas foi Gerry Conway que levou a super-heroína a outro nível. Foi Conway quem deu a Danvers o nome de Ms. Marvel em 1977, e isso tem um grande significado histórico.

No final da década de 70, a utilização de “Ms.” estava a ganhar popularidade como substituição aos tradicionais “Miss” ou “Mrs.”. Estas duas formas mais comuns referem o estado civil da mulher em causa: Miss para solteiras, Mrs. para casadas. “Ms.” era assim a alternativa usada pelas mulheres independentes da época.

Ao utilizar a palavra Ms., Conway tomou a decisão de associar a heroína ao feminismo e sua decisão foi consciente. O autor assumiu que a história de Carol seria para representar “consciência elevada, auto-libertação e identidade”.

A ideia da Capitã Marvel como ícone feminista é algo que perdura até os dias de hoje. A atriz escalada para viver a personagem – Brie Larson – mostrou seu entusiasmo pelo empoderamento das mulheres:

“Eu acho muito legal ver uma menina em um traje de Batman ou Homem-Aranha, mas estou verdadeiramente entusiasmada que exista um símbolo das mulheres. Eu penso que isso é realmente importante.”

Carol deveria ter entrado na série Jessica Jones

Carol abraçando Jessica

Era para Jessica Jones ter como melhor amiga Carol Danvers em sua série solo. Mas quando o todo poderoso Universo Cinematográfico Marvel decidiu fazer um filme da Capitã Marvel, os planos caíram por terra.

Carol acabou sendo substituída por Trish Walker. Segundo a produtora principal de Jessica Jones, Melissa Rosenberg, a transição de Danvers para Walker foi algo que se revelou mais fácil para a série. Isso porque Trish Walker não tem quaisquer superpoderes, contrastando assim com Jessica e a complementando de uma forma que Danvers não poderia.

A Capitã já lutou contra os demônios do alcoolismo

Carol Danvers e os Vingadores

Quando Carol perdeu seus poderes e deixou de ser Binária, ela entrou em uma espiral auto-destrutiva. Se refugiando no álcool, a heroína conhecida na época como Warbird,foi até suspensa dos Vingadores por beber durante o serviço.

Foi Tony Stark quem a ajudou a se recuperar e encontrar seu rumo como super-heroína.

Mística surgiu pela primeira vez na HQ de Carol

Mística

A primeira aparição de Mística foi no número 16 de Ms. Marvel em 1978. Mas tendo Mística o poder camaleônico da transformação, ela só apareceria na sua verdadeira forma azul no número 17 da HQ.

De aliada de Homem de Ferro se transformou na sua maior oponente em Guerra Civil II

Tony vs Carol

Na primeira Guerra Civil, a Capitã Marvel foi do time do Homem de Ferro e luta pelo registro dos super-heróis. Mas seus pontos de vista acabariam divergindo na atual Guerra Civil, chegando ao ponto de Danvers e Stark liderarem times opostos.

No centro de tudo está o Inumano Ulysses, um jovem com a capacidade de prever o futuro. A Capitã Marvel vê nesse poder a chave para impedir que futuras ameaças se tornem realidade. Já o Homem de Ferro acredita que isso pode levar a consequências perigosas, em que as ameaças passam a ser julgadas antes de acontecerem, questionando a moralidade de tudo isso e duvidando da eficácia dos poderes de Ulysses.

Uma tragédia emocionalmente devastadora criou um abismo profundo entre Stark e Danvers quando um personagem importante morreu.

Usando os poderes de Ulysses, a Capitã Marvel tentou travar Thanos com a ajuda de vários super-heróis. Mas sua ação tem uma consequência terrível: a morte de Máquina de Guerra. James Rhodes era o melhor amigo de Tony Stark e o namorado de Carol. A sua morte prematura aprofundou as diferenças entre os dois super-heróis, que lutam pelo o que acreditam enquanto (não) processam um pesado e doloroso luto.