O episódio 4 de Westworld, The Riddle of the Sphinx, é considerado o melhor da segunda temporada até agora. E após o assistirem, a maioria dos fãs ficou pensando no verdadeiro objetivo da missão misteriosa de William.

Confira o que ficamos sabendo sobre o personagem e seus motivos obscuros!

Atenção: contém spoilers da série!

O que sabemos

westworld

Durante o episódio 4, Elsie e Bernard descobrem uma versão anfitriã de James Delos. É então revelado em memórias que William estaria trabalhando em uma forma de transferir a consciência humana para um corpo de anfitrião, a fim de atingir a imortalidade.

Além disso, Bernard confessa a Elsie que se lembra da existência de um outro híbrido no parque!

Será William o segundo híbrido?

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Em The Riddle of the Sphinx, assistimos também a uma mudança dramática no entusiasmo de William por sua técnica de clonagem. Isto porque a mente de Delos simplesmente não consegue aceitar o “renascimento”. Mas esta mudança entre o William jovem e o William atual é tão dramática que parece mais um gênero de epifania e não só desilusão.

A verdade é que o personagem investiu todo seu tempo e recursos em um processo controverso sem se preocupar com qualquer tipo de valores éticos ou morais. Logo, porque não clonar a si próprio?

Será que a epifania de William nasceu de ver seu clone passar exatamente pelo mesmo ciclo tortuoso de renascimento que Delos estava passando? Não foi fácil ver um clone morrendo repetidamente só para voltar à vida e a rejeitar novamente ao saber a verdade.

Qual será então a sua missão secreta?

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Em uma ocasião William diz que nenhum homem deve viver para sempre. A questão que se coloca agora é se ele está falando de si mesmo.

Na verdade, é possível que sua missão secreta para reparar o misterioso erro que cometeu no passado passe por viajar até outro laboratório secreto onde um clone do William jovem esteja aguardando em uma prisão artificial, assim como Delos. E essa seria finalmente a forma do cientista enfrentar o seu passado, destruindo sua versão anfitriã jovem.

Ou então, ele próprio, o William que vemos na atualidade, é um anfitrião que pode, ou não, conhecer sua verdadeira origem. A ameaça aí não seria a identidade do segundo híbrido mas o que acontecerá quando este descobrir sua origem.