Saiba tudo sobre os gigantes Jaegers de Círculo de Fogo!

Em Círculo de Fogo, a ação principal pertence aos robôs gigantes chamados Jaegers. São eles os verdadeiros heróis do filme e o que faz com que as lutas em escala épica sejam possíveis. Mas o que realmente sabemos sobre esses mechas poderosos para além dos estragos que conseguem causar nos inimigos?

Descubra, então, esses fatos sobre os Jaegers que se estendem para além do filme!

O que significa Jaeger?

jaeger

Todos os mechas gigantes em Círculo de Fogo são chamados de Jaeger. Essa palavra é uma adaptação de jäger, que, em alemão, significa “caçador”.

O termo foi escolhido porque, efetivamente, os robôs são caçadores de Kaijus. Além disso, eles foram desenvolvidos por Jasper Schoenfeld, um engenheiro alemão.

Inspirados em brinquedos

brinquedos

Na novela gráfica de 2013 Círculo de Fogo: Contos do Ano Zero nos foi explicada a forma como os Jaegers haviam sido desenvolvidos pelo Dr. Jasper Schoenfeld.

Durante a viagem para uma conferência sobre o problema dos recentes ataques de Kaijus, ele olhava seu filho enquanto este brincava com robôs e monstros de brinquedo. E foi assim que nasceu a ideia de construir soldados robôs para combater a ameaça dos monstros.

A evolução do Jaeger

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Cada Jaeger está rotulado com uma designação que indica sua data de desenvolvimento. O programa inicial de produção dos mechas foi dividida entre 2015 e 2019, com os Jaegers sendo desenvolvidos em grupos de seis de cada vez. No entanto, os robôs gigantes não tinham um desenho padronizado, com vários tipos de corpo e armamento devido às diversas necessidades táticas dos diferentes Kaijus.

Todos os Mark 1, 2 e 3 utilizavam reatores nucleares, o que colocava um risco substancialmente grande dos pilotos desenvolverem câncer. Além disso, os Jaegers Mark 1, devido à pressão feita pelas corporações para acelerar sua produção, tinham apenas uma fraca proteção contra o envenenamento por radiação, colocando os pilotos em perigo mortal. Felizmente, os mais recentes Mark 4 e 5 já utilizam uma tecnologia digital e energia cinética.

Porque não bombas?

bombas

Uma das questões mais pensadas sobre a estratégia de eliminação de Kaijus é o porquê de não se lançar bombas contra eles. Na verdade, existem duas razões para não o fazer.

Em primeiro lugar, o número de ataques de Kaijus pelo mundo é muito vasto para que o lançamento de bombas não destruísse grande parte do planeta. Além disso, os monstros têm sangue brilhante e extremamente tóxico, que envenena tudo em que toca. Ao usar a força pura dos Jaegers, os Kaijus conseguem ser eliminados, assim, de forma a minimizar sua perda de sangue e a conter a névoa mortal deixada por seus ferimentos.

A casa dos robôs gigantes

casa

Em Círculo de Fogo, as bases que serviam de centros de comando e fábricas de Jaegers são chamadas de Shatterdomes. O nome vem da cúpula que se abre para possibilitar o lançamento dos mechas.

Na época dos eventos do primeiro filme, apenas a Shatterdome de Hong Kong se encontra funcional. Porém, originalmente, existiam várias localizadas pelo mundo, nomeadamente em Lima, Anchorage, Los Angeles, Vladivostok, Tóquio, Sydney e Cidade do Panamá, todas localizadas perto de fendas que servem de acesso para os Kaijus.

Dois pilotos, um mecha

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Uma das questões mais complexas em Círculo de Fogo é o conceito de drift. Isto é, a sincronização das mentes dos pilotos enquanto comandam um Jaeger. Isto é necessário pois apenas um cérebro não tem capacidade para se interligar com o mecha, sendo necessário pelo menos duas mentes conectadas e trabalhando em conjunto para o controlar. É, por isso, essencial que os pilotos sejam mentalmente compatíveis, sendo escolhidos normalmente pessoas com relações íntimas anteriores.

No filme, o drift consiste em uma montagem das memórias dos pilotos. Porém, na sua concepção original, os dois pilotos acabariam entrando em um mundo virtual chamado headspace, onde suas mentes convergiriam e existiriam como formas espectrais.

Na novela gráfica Círculo de Fogo: Contos do Ano Zero, os primeiros dois humanos a experimentar o drift foram um piloto e uma cientista que acabaram se apaixonando e vivendo dentro do headspace.