Love, Death + Robots | Porque você deveria assistir à animação mais surpreendente do momento

Love, Death + Robots foi uma daquelas atrações que chegou ao Netflix sem fazer muito barulho. Curtas animados com temas distintos, envolvendo futuros distópicos e estilos de animação ousados. Soa muito bem, ok. Mas entrou com pouco hype, ofuscado talvez por grandes estreias cinematográficas e até outras séries mais esperadas.

Mas a verdade é que, se Love, Death + Robots chegou subestimada, hoje tem sido cultuada pela audiência e por parte dos críticos como uma espécie de Black Mirror animada. 

Violento, sexual e... robótico?

love death and robots

Com animações que variam entre 6 e 18 minutos, Love, Death + Robots deixa bastante explícito que não tem nada de infantil. As histórias se passam em contexto distintos e não sugerem conexões entre si. E aqui não é apenas uma questão de narrativa: até os traços usados nas animações são bem diferentes.

Em certo episódio, podes se sentir numa animação da Pixar. Em outra, estás em Aranhaverso. Depois, traços acentuados de um anime te levam a Ghost in the Shell

A comparação com Black Mirror fica injusta quando falamos em pretensão: Love, Death + Robots parece algo extremamente experimental. É um passeio numa mostra de curtas com um tema bem definido. Enquanto Black Mirror se propõe a grandes reflexões e temas perturbadores, Love, Death + Robots usa do sarcasmo para tratar das situações que tão bem constrói.

A ação é sempre um fator central no seriado, tornando os poucos minutos de duração numa experiência estética intensa e divertida.

Num dos episódios, temos uma premissa que lembra bastante Wall-E, mas com um tom menos dramático. Três robôs, com diálogos Tarantinescos, falando de uma Terra aparentemente arrasada. É hilário e bem sarcástico!

good hunting

O que mais impressiona em Love, Death + Robots é que ele definitivamente não foi feito pensando em agradar um único público, mas sim para propiciar experiências em animações para quem está disposto a ver estéticas inovadoras.

A mistura fica ainda melhor com os roteiros animados. Ao contrário de longos filme de animação nos quais pode haver fotografias e sensos estéticos deliciosos de se contemplar, Love, Death + Robots te dá apenas o tempo necessário para compreender a mecânica que será apresentada antes de te jogar em narrativas frenéticas. Não há tempo de se apegar demais a detalhes, mas o suficiente para amar os personagens.

Realmente, Love, Death + Robots não é uma atração para menores de 18 anos. Há muita violência e nudez. No entanto, o uso desses recursos, mesmo quando exagerados, não parece um apelo gratuito para resgatar a atenção do espectador, mas sim detalhes indispensáveis para contar determinada história.

Se nada disso conseguiu te convencer a dar uma chance para a série, os nomes por trás da produção já falam por si só: além do criador Tim Miller (diretor de Deadpool), a série é produzida por David Fincher (diretor de Clube da Luta, Se7en e Garota Exemplar) e Joshua Donen (produtor de House of Cards e Caçadores de Mentes).

so exciting

E aí? Já viu Love, Death + Robots? Qual teu episódio favorito?

Love, Death + Robots está no catálogo da Netflix.

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